O “RETARDAMENTO” DA EVOLUÇÃO
Página 1 de 1•
O “RETARDAMENTO” DA EVOLUÇÃO
O essencial do tratamento desta doença é o condicionamento da sua evolução de modo a limitar-lhe os efeitos que conduzem ao envelhecimento precoce do eixo esquelético e à incapacidade global por fixação postural em alinhamento deformante.
A “chave” disso está na execução diária de um programa semanal de exercícios concebidos para, cada vez que são executados, restituírem:
1.Ao sistema osteo-articular, o arco da amplitude de movimento que a inflamação fez perder durante as 24 horas anteriores (ruptura de aderências inflamatórias, interrompendo a sua organização para fibrose cicatricial);
2.Aos centros encefálicos do esquema corporal, um quantum de aferências proprioceptivas provenientes dos mecanismos capsulo-ligamentares das articulações interapofisárias e da musculatura satélite loco-regional;
3.À musculatura satélite das articulações bloqueadas em rigidez reversível a possibilidade de retomarem o tónus normal, após contracções por estímulos nervosos centrais e relaxamento alongamento por reciprocidade da contracção dos músculos antagonistas;
4.Ao tecido fibroblástico em evolução cicatricial um estímulo para metaplasia em fibrocartilagem, permitindo a conservação de amplitude de movimento com relevância funcional;
5.Estímulos vectoriais para a manutenção da massa óssea e da normal arquitectura trabecular, limitando a remodelação óssea em padrões anormais;
A “chave” disso está na execução diária de um programa semanal de exercícios concebidos para, cada vez que são executados, restituírem:
1.Ao sistema osteo-articular, o arco da amplitude de movimento que a inflamação fez perder durante as 24 horas anteriores (ruptura de aderências inflamatórias, interrompendo a sua organização para fibrose cicatricial);
2.Aos centros encefálicos do esquema corporal, um quantum de aferências proprioceptivas provenientes dos mecanismos capsulo-ligamentares das articulações interapofisárias e da musculatura satélite loco-regional;
3.À musculatura satélite das articulações bloqueadas em rigidez reversível a possibilidade de retomarem o tónus normal, após contracções por estímulos nervosos centrais e relaxamento alongamento por reciprocidade da contracção dos músculos antagonistas;
4.Ao tecido fibroblástico em evolução cicatricial um estímulo para metaplasia em fibrocartilagem, permitindo a conservação de amplitude de movimento com relevância funcional;
5.Estímulos vectoriais para a manutenção da massa óssea e da normal arquitectura trabecular, limitando a remodelação óssea em padrões anormais;
Fonte: Cadernos SNR Nº 17, MANUAL DA ESPONDILITE (ANQUILOSANTE)

Re: O “RETARDAMENTO” DA EVOLUÇÃO
Exercicios e alongamentos especificos para EA representam 50% do tratamento. Sempre os médicos insistem com os pacientes de estes estão fazendo exercicios. Todos temos que ter conciência e definir isto como uma meta de vida.






